O Globo 31-03-2016
Desabamento de viaduto na Índia deixa ao menos 15 mortos
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| Calcutá, março de 2016 |
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| Calcutá, março de 2016 |
Story of cities #7: Philadelphia grid marks birth of America's urban dream
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A Portraiture of the City of Philadelphia (1683), by Thomas Holme. Illustration: HCQC |
(..) Penn – a well-connected Englishman who made it his mission to create a refuge in America for Quakers and other persecuted religious groups from Europe – was prone to celebrating his colony as a free gift from God. In fact, Philadelphia’s construction depended on a cunningly negotiated deal with the English king.
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| Filadélfia 1777 |
Within a month, he published the first in a series of promotional tracts with the aim of generating investor interest in his plan to “settle a free, just and industrious colony”. His promised land guaranteed freedoms, rights and liberties – for white Europeans at least. The first cargo of enslaved Africans sold fast to his settlers on its arrival in 1684. (..)
Belo Horizonte, a La Plata brasileira: entre a política e o urbanismo moderno
O objetivo deste trabalho é analisar o processo de construção da cidade de Belo Horizonte através de uma comparação com as experiências de reformulação urbanística e de construção de cidades novas de meados do século XIX, em especial, La Plata, capital da província de Buenos Aires. Minha hipótese é que o trânsito de ideias acerca do processo de planejamento urbano, apesar de não reconhecido pelo projetista de Belo Horizonte, pode ser considerado também, como um trânsito de ideários políticos que se veem representados na malha urbana. Este trânsito não indica apenas uma transferência de modelos (urbanísticos, arquitetônicos, artísticos), mas uma tentativa de atualização das antigas elites políticas a uma modernidade formal.
Belo Horizonte insere-se nesta definição pelo fato de – ao contrário das sucessivas intervenções urbanas executadas em várias cidades, tanto na América quanto na Europa, como no caso de Paris, Barcelona e algumas cidades coloniais brasileiras – ter sua origem num ato criador ex-nihilo. A cidade sustenta ainda em seu plano o sonho de construção de uma cidade harmônica, cuja tradição remonta às utopias urbanas de Platão, Campanella, Morus. etc. (Freitag, 2001; Kohlsdorf, 1996) e consagram o ideal de controle da natureza e dos homens num só movimento.
A transladação da ordem social a uma realidade física, no caso da fundação das cidades, implicava o desenho urbano prévio mediante as linguagens simbólicas da cultura sujeitas à concepção racional. Mas se exigia desta que, além de compor um desenho, previsse o futuro. De fato, o desenho devia ser orientado pelo resultado que se haveria de obter no futuro, conforme o texto real diz explicitamente. O futuro que ainda não existe que é apenas sonho da razão, é a perspectiva genética do projeto. (Rama, 1985: 27) (..)
20016-03-15