segunda-feira, 27 de abril de 2015

Para refletir: desregular a cidade é solução?

"(..) the relaxation of strict limits on development would lead to a decline in property wealth relative to the economy as a whole. More of the gains of economic activity would flow to workers and investors."


Deu na The Economist 
Da edição impressa, 04-04-2015 

The paradox of soil 
Land, the centre of the pre-industrial economy, has returned as a constraint on growth.
(..)
If regulatory limits on building heights and density were relaxed, fewer plots of land would be needed to satisfy a given level of demand. That would reduce the rents collected by landowners, since any uptick in demand could quickly be met by new development. Just as soaring agricultural productivity led to a decline in the relative economic power of rural landowners in the 19th and 20th centuries, the relaxation of strict limits on development would lead to a decline in property wealth relative to the economy as a whole. More of the gains of economic activity would flow to workers and investors. 
Instead building regulations keep urban-land productivity low, and the costs are staggering. A 2005 study by Mr Glaeser and Raven Saks, of America’s Federal Reserve, and Joseph Gyourko, of the University of Pennsylvania, attempted to derive the share of property costs attributable to regulatory limits on supply. In 1998 this “shadow tax”, as they call it, was about 20% in Washington, DC, and Boston and about 50% in San Francisco and Manhattan. Matters have almost certainly got worse since then. 
Similar work by Paul Cheshire and Christian Hilber, of the London School of Economics, estimated that in the early 2000s this regulatory shadow tax was roughly 300% in Milan and Paris, 450% in the City of London, and 800% in its West End. The lion’s share of the value of commercial real estate in Europe’s most economically important cities is thus attributable to rules that make building difficult. 
One may find it hard to sympathise with Mayfair hedge funds facing high rents. But the net effect of these costs is felt more by the poor than by the rich. Take American homeowners. The fact that 60% of households own property might seem to suggest that rising house prices and inflated land values were good for a large swathe of the middle class. Yet Edward Wolff of New York University notes that the middle class enjoyed much less of a boost to wealth because of an accompanying rise in mortgage debt (see chart 3). Meanwhile poorer Americans, who rent their homes, experienced soaring housing prices as a large and sustained increase in their cost of living. (Continua)

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2015-04-27


terça-feira, 21 de abril de 2015

Para refletir: oferta competitiva?

"Num passado não muito distante, quem ditava as regras (preços e condições de pagamento) era o vendedor do imóvel. Agora (..) é o cliente final"

Deu na Veja economia
Por: Naiara Infante Bertão, 30/03/2015


A crise chegou para o mercado imobiliário. É a hora de comprar? 
Em algumas capitais, os preços estão estagnados ou crescem abaixo da inflação; paradeira no setor beneficia consumidores dispostos a negociar
 

 (..)

Top 5: bairros com maiores e menores 
variações de preços
Acumulado 12 meses até fev 2015
Fonte: Veja economia

A situação vivida por Bichuetti deve se repetir à exaustão enquanto perdurar a crise econômica, na avaliação de Igor Freire, diretor de Vendas da Lello Imóveis, corretora que atua em São Paulo. "Num passado não muito distante, quem ditava as regras (preços e condições de pagamento) era o vendedor do imóvel. Agora o mercado ganhou concorrência, pois as construtoras estão competindo diretamente com os imóveis usados. E quem passou a dar as cartas é o cliente final", diz. Freire conta que os negócios vêm sendo fechados a valores, no mínimo, 10% abaixo dos estipulados pelos vendedores. "Agora, quem vende tende a aceitar melhor os financiamentos e até a ​receber outros imóveis como parte do pagamento, o que não se via antes", diz. 
Contudo, há uma exceção à regra: imóveis acima de 2 milhões de reais continuam com a procura alta e com potencial de negociação baixo. "Esse tipo de bem continua sendo vendido da mesma forma que antes. O que vemos de diferente é uma demora maior para fechar o negócio porque as pessoas estão pesquisando mais, pensando mais", explica Fernando Sita, da Coelho da Fonseca. Ele conta que a demanda por esse segmento cresceu 15% no primeiro bimestre de 2015 em relação a 2014. 
Os especialistas ouvidos pelo site de VEJA são categóricos ao afirmar que não haverá derretimento de preços, tal como se viu durante a crise das hipotecas nos Estados Unidos, em 2007. O déficit habitacional no país ainda é representativo e programas como o Minha Casa Minha Vida ajudam a impulsionar os preços de terrenos e de materiais de construção nas periferias, o que tem efeito direto sobre os preços nas áreas mais centrais das grandes cidades. Contudo, o consenso é de que os anos de ouro vistos entre 2008 e 2013 não devem se repetir num futuro próximo. O índice FipeZap mostra que, nos últimos 12 meses, o preço do metro quadrado avançou acima da inflação em apenas seis das 20 maiores cidades do Brasil. No Rio de Janeiro, por exemplo, onde a alta em 12 meses chegou a 44% em 2011, atualmente está em 5,55% - abaixo do índice de inflação oficial, que marca 8%. Cristiano Rabelo, que dirige a consultoria imobiliária Prospecta e é professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), resume bem o que Brasil deve vivenciar a partir de agora no mercado imobiliário: "O momento é de volta à normalidade". 
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2015-04-21


quinta-feira, 16 de abril de 2015

A mão visível do interesse cidadão

Deu no El País Cataluña 
Por Laia Raventós – Barcelona, 13-04-2015 
  
La PAHC ocupa un cuarto bloque en Sabadell 
El edificio, que pertenece a una constructora, llevaba más de cuatro años vacío
Cidadãos comuns mostram que são muito mais aptos à alocação eficiente de recursos do que o livre mercado de financiamento imobiliário
Foto: El País
 


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2015-04-16


domingo, 12 de abril de 2015

Il y a des murs à abattre et des Murales à protéger

 Les Murales de Diego Rivera, à Detroit (USA) doivent être inscrites au Patrimoine mondial de l'UNESCO.
UNESCO must register The Murals of Diego Rivera in Detroit on the list of World Heritage Sites   
       ATUALIZAÇÃO DO ABAIXO-ASSINADO
Nous continuons d'avancer. 
Paris, França11 de abr de 2015 —
Cher-e-s Ami-e-s,
Notre action continue de se faire connaître auprès d'un public qui s'élargit et ne cesse de s'internationaliser.
Chaque jour, plusieurs personnes déclarent, sur notre page Facebook, aimer notre action.
Dans le même temps, nos contacts avec les représentants des USA auprès de l'UNESCO se renforcent.
Hier, 8 avril 2015, j'ai eu la confirmation que notre demande était suivie, à Washington, par Jonathan Putnam (US National Park Service Office of International Affairs) et, à Paris, par Scott Turner (Premier Secrétaire de la Délégation permanente des USA auprès de l'UNESCO).
Il a été convenu que je reprendrai contact avec Scott Turner après le 23 avril prochain, à l'issue de la 196ème Conférence plénière du Conseil exécutif de l'UNESCO qui débute aujourd'hui.
Je lui renouvellerai alors notre demande de RDV. Notre délégation sera composée de trois membres (Mexique, USA et France).
Je ne manquerai pas de vous tenir informé-e-s de l'évolution de notre action.
D'ici là, je sais que je peux compter sur vous pour continuer de nous soutenir et faire connaître notre initiative.
Amicalement.
Dominique F. Dionisi
Porte-parole de l'Appel international "Préservons les Murales de Diego Rivera à Detroit-USA"



2015-04-11


sexta-feira, 10 de abril de 2015

Conforme reza a teoria

Os preços imobiliários tendem a se ajustar à capacidade que tenha a demanda de ofertar renda


Deu no El País online
IAHORRO 10-04-2015
http://economia.elpais.com/economia/2015/03/25/actualidad/1427297770_864317.html

Alquiler, más barato hoy que hace un año 
El 49% de los arrendadores se vio obligado a bajar el precio inicial de la vivienda 
Foto: El  País
El acceso a la vivienda en propiedad ha sido y sigue siendo uno de los grandes problemas de España. Con la crisis, los criterios para poder comprar  un inmueble se endurecieron, por lo que muchas personas se vieron obligados a optar por un alquiler.
(..) Del otro lado de la moneda se encuentran los propietarios que buscan convertirse en arrendadores y poder sacar así beneficio de una vivienda que poseen. Para ello, y según informa em portal Fotocasa a través de su encuesta Experiencia de alquiler de vivienda de los españoles en 2014, el 49% de los arrendadores tuvieron que bajar el precio inicial de alquiler de la vivienda, al ser la única manera para conseguir que su vivienda se alquilara. 
Esta rebaja fue del 9,8% en relación con el precio inicial, lo que equivale a un descenso medio de 81 euros mensuales. Peor para los arrendadores fue el 2013, cuando el 56% de ellos tuvo que disminuir el alquiler del 10,5%, es decir de 86 euros al mes. 
Según esta encuesta, el 90% de los arrendadores ha tardado de cero a seis meses en conseguir alquilar la vivienda. El promedio se situó, según Fotocasa, en 4,4 meses. Internet en este caso se convierte en una herramienta con la que llegar a más gente. (Continua)

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2015-04-10


quarta-feira, 1 de abril de 2015

"Llevar el territorio a la agenda política"

Deu no El País
TRIBUNA 03-03-2015 

http://economia.elpais.com/economia/2015/03/03/vivienda/1425395881_238282.html


Por Blanca Martín Cortés, 
Geógrafa, experta en planificación y desarrollo territorial.
El planeamiento urbanístico ha perdido su función social al identificar urbanismo con desarrollo económico, legitimando lo que debería combatir
(..) la realidad territorial que conocemos, muestra una serie de abusos sobre el territorio e incongruencias urbanísticas, todos ellos auspiciados por un soporte legal, pero cuya causa y resolución parece estar bastante alejada del debate político y ciudadano. Todo lo relativo a la transformación del territorio, a la construcción de la ciudad, como escenario en el que debe concretarse en buena medida la calidad de vida de las generaciones actuales y futuras, queda en un segundo plano, y siempre supeditado al interés económico a corto plazo. (Continua)

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