quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Mapeando os danos

Deu no La Vanguardia/Vida online
16-10-2016, por Juan Manuel García

Dónde están las viviendas vacías de Catalunya
Barcelona y su área metropolitana concentran la mayor parte de ejecuciones hipotecarias, pero el problema más grave se localiza en ciudades como Salt y Amposta
Imagem: La Vanguardia

Una de las consecuencias más graves de la larga crisis económica, directamente relacionada con el problema del paro en España, es la dificultad de los ciudadanos para encontrar una vivienda adaptada a sus necesidades o mantener la que adquirieron en propiedad durante la época de la burbuja inmobiliaria (1997-2007).
(..)  La problemática se repite en prácticamente todos los municipios españoles y catalanes: muchas familias se han visto obligadas a dejar de pagar las cuotas hipotecarias, han sido desahuciadas o están en vías de serlo y su vivienda ha pasado a manos de los bancos o de la Sareb (la Sociedad de Gestión de Activos procedentes de la Reestructuración Bancaria, también conocida como el “banco malo”), el organismo encargado de gestionar los activos transferidos por las entidades bancarias nacionalizadas por el Estado o en proceso de reestructuración.
La principal reivindicación de organizaciones como la PAH es que estos pisos que han quedado vacíos después de una ejecución hipotecaria sean destinados al alquiler social, a un precio asumible para aquellos que tienen dificultades para acceder a un vivienda. (Continua)


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2016-10-22


domingo, 23 de outubro de 2016

Rentabilizando bens públicos

Deu na Gazeta do Povo/Vida e Cidadania
22-10-2016, por Naiady Piva

PPPs para a gestão de parques funcionam?
Museu Afro Brasil
Parque do Ibirapuera
São Paulo
(..) O professor Marcos Silvestre Gomes, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, diz que não há exemplos de projetos de parceria público privada proeminentes, no Brasil. E alerta para o risco de estas parcerias resultarem em projetos sem conservação ambiental, “implantados em locais vazios, com espécies exóticas, priorizando questões estéticas”.
Outro risco é a concentração de recursos em regiões ricas da cidade. Geralmente é nestas áreas que ficam os parques patrocináveis, que acabam também abocanhando parte do dinheiro público. 
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, chegou a propor uma taxa das associações de apoio aos grandes parques da cidade, para subsidiar os pequenos, relata o jornal The New York Times. As ONGs alegaram que isto afastaria os patrocinadores, e que faziam sua parte ao desonerar o poder público, que ficaria livre para investir nos bairros. (Continua)


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2016-10-23

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Paris contra-ataca

Deu no Le Monde Économie
17-10-2016, por Isabelle Chaperon

Brexit : Paris en ordre de bataille pour attirer les exilés de la City
«Le Brexit est une véritable opportunité pour Paris-La Défense. Un certain nombre d’entreprises internationales aujourd’hui installées à Londres vont sans doute chercher à se relocaliser, notamment celles de la banque, de la finance et des assurances », explique Marie-Célie Guillaume, directrice générale de Defacto, l’établissement public gérant le quartier d’affaires des Hauts-de-Seine.
La Defense
Et d’ajouter : « Paris-La Défense entend tirer son épingle du jeu concurrentiel européen et se positionner comme la seule réelle alternative à la City.»
Fini le temps des complexes ou des scrupules. Cette initiative conjointe de Defacto et du département des Hauts-de-Seine s’inscrit dans le cadre d’un vaste plan de conquête déployé par la France, dans un rare moment de collaboration public-privé. En ligne de mire, le transfert depuis Londres vers Paris d’activités à haute valeur ajoutée et de cadres à fort pouvoir d’achat, avec des créations d’emplois à la clé. (Continua)

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2016-10-25

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Rearranjo no mapa das cidades globais?

Deu no Le Monde Économie
17-10-2016, por Cécile Boutelet

Brexit: Francfort veut devenir le premier centre financier européen
Dans la compétition européenne pour drainer les emplois de la City post-Brexit, la région de Francfort est persuadée qu’elle est une des mieux placées. Bien avant le référendum britannique, elle avait d’ailleurs préparé minutieusement son lobbying, avant de l’intensifier ces derniers mois. A tel point que certains banquiers se sont montrés « impressionnés » par les présentations organisées récemment à Londres par l’agence de promotion de la ville allemande, rapportait récemment le Financial Times (FT).
Selon le quotidien britannique, les membres de la délégation de la région de Francfort sont allés jusqu’à évoquer un assouplissement du droit du travail allemand s’agissant des très hauts revenus, afin de faire tomber les craintes des établissements financiers de la City. (Continua)

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Plano Diretor de Urbanismo ou de Atratividade?

Deu na Construção Mercado
04-10-2016, por Luísa Cortés, do Portal PINIweb

Novo Plano Diretor de São Paulo traz menor atratividade ao setor imobiliário, diz pesquisadora da Poli-USP
Nathália Loyola, pesquisadora do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), apresentou na última quinta-feira (19) uma pesquisa sobre o novo Plano Diretor paulistano. O estudo consiste em uma simulação feita em quatro bairros da cidade e conclui que o novo plano poderá elitizar o "miolo" dos bairros, além de obrigar os empreendedores a comprimir a área útil dos apartamentos.
As mudanças também derrubam a taxa interna de retorno de novos empreendimentos em cerca de dez pontos percentuais e, para manter o mesmo nível de atratividade para o empreendedor, nas condições do antigo Plano Diretor Estratégico (PDE), há três possibilidades. São elas: diminuir o custo da obra, comprar o terreno por menor preço ou aumentar o valor de venda das unidades.
(..) "Para que o investidor dessas regiões alcance o nível de atratividade do empreendimento nas mesmas condições garantidas pelo antigo PDE por meio da alteração do preço do terreno, esse valor teria de ser reduzido em média, na melhor das hipóteses, em 32%", calcula Loyola. Na Chácara Inglesa, o cenário é pior. "Para que ele recuperasse o patamar de atratividade conseguido com o antigo PDE naquele bairro, seria necessário reduzir o preço do terreno em cerca de 78%", afirma. (Continua)


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http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/negocios/novo-plano-diretor-de-sao-paulo-traz-menor-atratividade-ao-374081-1.aspx


2016-10-07