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[*] "Recapitulando", À beira do urbanismo 10-09-2011, por Pedro Jorgensen http://abeiradourbanismo.blogspot.com.br/2011/09/recapitulando.html
† 2015-07-21
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Malba Tahan, o Príncipe da Pérsia,
dá a sua versão da concessão onerosa
de potencial construtivo
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Avatar preferido do blogueiro
tenta decifrar o enigma de
Mlle O.O.D.C.
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“Esclarecido o problema de qual proporção da renda do solo gerada nas incorporações imobiliárias a coletividade pode, deve ou consegue legitimamente reclamar, poderíamos, quem sabe, substituir todo esse jogo de tira-e-põe, divertido, porém desnecessariamente complicado, pelo método muito mais simples de se aplicarem contrapartidas com base em uma TABELA DE PERCENTUAIS PROGRESSIVOS SOBRE OS PREÇOS MÉDIOS DOS M2 PRIVATIVOS COLOCADOS À VENDA NOS ESTANDES.
La Miss Universo colombiana se desmarca de Trump sin renunciar
La reina de la belleza rompe su silencio diciendo que los insultos del millonario a los migrantes mexicanos son “injustos e hirientes”
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| Trump Towers, Porto Maravilha, Rio de Janeiro |
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| Cidade do Samba |
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Uma nova estação
Imóveis no Jardim Oceânico, na Barra, são valorizados com a chegada do Metrô
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A linha 4 do Metrô está prevista para começar a operar a partir de 2016. A estação do Jardim Oceânico ficará na Avenida Armando Lombardi, na altura do Shopping Barra Point, onde haverá também uma parada de BRT. As estações serão interligadas por escadas rolantes. A obra inclui a urbanização do entorno, com ciclovia e calçadas, explica o subprefeito da Barra e Jacarepaguá, Alex Costa.
— O metrô vai trazer mais desenvolvimento, mas não só pelo aspecto da mobilidade. A cultura do morador da Barra é a de usar o carro. Talvez, com o metrô chegando ali, esta cultura vá mudar - diz Costa, que completa: — A valorização dos imóveis da região começou assim que as obras foram anunciadas.
Sendo uma área diferenciada, com poucos terrenos para se construir e com o impacto das obras de transporte, a demanda é bem superior à oferta. Os especialistas do mercado concordam que essa valorização será contínua e gradativa, resultado das transformações passadas e melhorias futuras, mesmo com um mercado atualmente mais acomodado, em ano de crise.
Hoje, o valor do metro quadrado para venda na região varia entre R$ 10 mil e R$ 14 mil. No restante da Barra, o preço médio é de R$ 10,462. O aluguel, segundo Brandão, está em torno de R$ 4.500 - considerando um imóvel de metragem média do sub-bairro, de 150 metros quadrados.
— Houve valorização desde quando as Olimpíadas foram confirmadas. Não sei ainda se vai valorizar mais, pois o mercado está mais acomodado. A tendência é que ocorra uma migração para o Jardim Oceânico, especialmente com a facilidade do transporte público. Vai acontecer naturalmente — acredita Brandão. (Continua)2015-06-30
Cena 1: 2009. Por proposta do governo Paes (Rio), é aprovada a lei para realizar uma operação urbana na Região Portuária do Rio, sem qualquer previsão para destinação de percentual para habitação na área central e, muito menos, para habitação social (faixa de zero a seis salários mínimos).
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| Fonte: Á beira do urbanismo |
Cena 2: Em 2011, a Caixa Econômica Federal cria um fundo imobiliário especial, com recursos do Fundo de Garantia dos trabalhadores, para adquirir de uma vez só, em lote único, a totalidade dos títulos de potencial construtivo (CEPACs) do Porto, por R$ 3 bilhões à vista e sem qualquer reserva ou vinculação para edificação residencial e, muito menos, para habitação social.
Cena 3: Durante o meu mandato como vereadora, proponho o projeto de lei destinando, obrigatoriamente, um percentual mínimo de 10% dos recursos públicos do potencial construtivo vendidos para serem aplicados em habitação social. E a destinação de um mínimo de 10% da área também para habitação social.
Cena 4: Após tramitar pelas várias comissões da Câmara de Vereadores, o projeto para destinação de habitação social é, finalmente, incluído na pauta de votação. Quando está para ser votado, o líder do governo Paes e atual vice-prefeito do Rio (PT) apresenta uma emenda ao projeto (apoiada por outros 16 vereadores) que suprimia a destinação dos 10% dos recursos do CEPACs à habitação social. Com isso, também tira o projeto da pauta de votação.
Cena 5: Para viabilizar a construção de prédio residencial para a chamada Vila de Árbitros, a Prefeitura subsidia o negócio, através de termo de compromisso de aquisição dos apartamentos para futura venda aos servidores, através de carta de crédito, com recursos públicos ao empreendimento privado. Valor anunciado: R$ 500 milhões.
Cena 6: No final de 2012, o prefeito Paes envia projeto de lei à Câmara de Vereadores modificando a vinculação dos títulos de potencial edilício (CEPACS) da área portuária para facilitar a sua utilização, sem qualquer menção a uma reserva necessária para aplicação em edificações residenciais e muito menos em habitação social.
Cena 7: Acaba o meu mandato, em 2013 (não fui reeleita pelo PV), e o projeto de habitação social na área é mandado para o arquivo. Lá dormita sem que nenhum vereador tenha pedido até o momento seu desarquivamento (nem do governo, nem da oposição).
Cena 8: Em 2013 ocorre, por determinação judicial, novo complemento do Estudo de Impacto de Vizinhança do Projeto do Porto “Maravilha”. Novamente a questão da moradia é levantada com veemência em Audiência Pública realizada na sede do Ministério Público.
Cena 9: Os jornais começam a publicar críticas em relação à falta de previsão de moradias para o projeto do Porto, como se a questão fosse descoberta agora. O IAB diz que, agora, vai “constituir um grupo” para estudar a questão!
Cena 10: O prefeito Paes, sempre “Ele”, do Rio, faz uma declaração no jornal dizendo-se, agora, preocupado (?) com a questão residencial na área portuária. Diz que não determinou um percentual de títulos reservados à habitação para não “desvalorizar” as CEPACs. “Como eu queria vender aquele negócio, segurei, mas agora chegou o momento dessa discussão. Precisamos ter gente morando, para não virar o que virou o Centro. Este é o meu medo”. Não diga!
Cena 11: Nós, atônitos, sem acreditar no que vemos e ouvimos.
Inocência, ignorância ou insensatez mesmo?
Sônia Rabello é advogada e, atualmente, presidente da Federação das Associações de Moradores do Município do Rio de Janeiro - FAM-RIO
Abandonado, teleférico do Alemão não cobra mais ingressos e tem operação limitada
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Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
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O secretário aproveita para defender o papel do teleférico no programa de pacificação:
— A questão da violência é um tema, mas a gente acredita na política de pacificação e na superação desses problemas. O teleférico do Alemão é importante para estimular o turismo e há um grande potencial de crescimento de visitação lá. (Continua)
Ciudades y arquitectos
Gobernantes y poderes económicos han dado valor a los arquitectos poco urbanistas, fabricantes de objetos singulares que tienden a prescindir del entorno urbano
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| Jordi Borja - geógrafo e urbanista |
¿Podrán sobrevivir las ciudades... a los arquitectos? Este encabezamiento se debe a un gran y olvidado libro de Josep Lluis Sert, escrito durante la II Guerra Mundial. Sert sintetizó las ideas del Movimiento Moderno a partir de las CIAM (Conferencias internacionales de Arquitectura Moderna) y sus ideas propias y de otros jóvenes profesionales, como Josep Torres Clavé, muerto en el frente republicano durante la guerra civil. Los arquitectos pueden ser también urbanistas, pero no todos los arquitectos, ni mucho menos, lo son. Y hay grandes urbanistas que no han sido arquitectos. Como Ildefonso Cerdà, ingeniero civil y uno de los fundadores del urbanismo moderno. El urbanismo es una práctica que con la acumulación de experiencias y análisis crítico ha constituido un corpus doctrinal respetable. Incluye las disciplinas técnicas y las humanísticas que en este caso se pueden beneficiar de la verificación en la vida social.
(..) El urbanismo es un conjunto de actuaciones públicas de carácter político. Se deben traducir en sus dimensiones físicas, sociales, jurídicas, financieras, etcétera y en un marco democrático que merita debate ciudadano. El urbanismo no lo deciden los profesionales a partir de su saber técnico. La técnica es imprescindible pero puede servir para lo mejor o para lo peor.
Los gobernantes y los poderes económicos y mediáticos han valorizado principalmente a los arquitectos poco urbanistas, más bien fabricantes de objetos singulares y que tienden a prescindir del entorno urbano y de un proyecto de ciudad. La sustitución del urbanismo por la arquitectura es una regresión en todos los sentidos: cultural, social, política. La arquitectura ostentosa, tape-à-l'oeil, con pretensiones de marcar simbólicamente el territorio, afirma el poder del dinero y de las autoridades y sobre todo hace el juego a la economía especulativa y al urbanismo excluyente. (Continua)
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| Fonte: abeiradourbanismo.blogspot.com.br |
The paradox of soil
Land, the centre of the pre-industrial economy, has returned as a constraint on growth.
(..) If regulatory limits on building heights and density were relaxed, fewer plots of land would be needed to satisfy a given level of demand. That would reduce the rents collected by landowners, since any uptick in demand could quickly be met by new development. Just as soaring agricultural productivity led to a decline in the relative economic power of rural landowners in the 19th and 20th centuries, the relaxation of strict limits on development would lead to a decline in property wealth relative to the economy as a whole. More of the gains of economic activity would flow to workers and investors.
(Destaque do blog) (Continua)
Pruitt-Igoe: the troubled high-rise that came to define urban America
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Pruitt-Igoe, St Louis, 1956.
Foto: Bettmann/Corbis/The
Guardian
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If you propose a high-rise public housing project in America, your opponents will almost certainly use Pruitt-Igoe as a rhetorical weapon against you – and defeat you with it. The Captain WO Pruitt Homes and William L Igoe Apartments, a racially segregated, middle-class complex of 33 11-storey towers, opened to great fanfare on the north side of St Louis between 1954 and 1956. But within a decade, it would become a decrepit warehouse exclusively inhabited by poor, black residents. Within two decades, it would undergo complete demolition.
Whether you call Pruitt-Igoe’s short, troubled existence a failure of architecture, a failure of policy, or a failure of society, its fate remains bound up with, and reflective of, the fate of many American cities in the mid-20th century.
Even before the dust settled from the infamous, widely televised 1972 implosion of one of Pruitt-Igoe’s buildings (the last of which wouldn’t fall until 1976), the argument that the design had doomed it gained serious traction. Architectural historian Charles Jencks cites that much-seen dynamiting as the moment “modern architecture died”. (Continua)
A crise chegou para o mercado imobiliário. É a hora de comprar?
Em algumas capitais, os preços estão estagnados ou crescem abaixo da inflação; paradeira no setor beneficia consumidores dispostos a negociar
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A situação vivida por Bichuetti deve se repetir à exaustão enquanto perdurar a crise econômica, na avaliação de Igor Freire, diretor de Vendas da Lello Imóveis, corretora que atua em São Paulo. "Num passado não muito distante, quem ditava as regras (preços e condições de pagamento) era o vendedor do imóvel. Agora o mercado ganhou concorrência, pois as construtoras estão competindo diretamente com os imóveis usados. E quem passou a dar as cartas é o cliente final", diz. Freire conta que os negócios vêm sendo fechados a valores, no mínimo, 10% abaixo dos estipulados pelos vendedores. "Agora, quem vende tende a aceitar melhor os financiamentos e até a receber outros imóveis como parte do pagamento, o que não se via antes", diz. (Destaque do blog)(Continua)
Top 5: bairros com maiores e menoresvariações de preçosAcumulado 12 meses até fev 2015Fonte: Veja economia
Nous continuons d'avancer.
Paris, França11 de abr de 2015 —
Cher-e-s Ami-e-s,
Notre action continue de se faire connaître auprès d'un public qui s'élargit et ne cesse de s'internationaliser.
Chaque jour, plusieurs personnes déclarent, sur notre page Facebook, aimer notre action.
Dans le même temps, nos contacts avec les représentants des USA auprès de l'UNESCO se renforcent.
Hier, 8 avril 2015, j'ai eu la confirmation que notre demande était suivie, à Washington, par Jonathan Putnam (US National Park Service Office of International Affairs) et, à Paris, par Scott Turner (Premier Secrétaire de la Délégation permanente des USA auprès de l'UNESCO).
Il a été convenu que je reprendrai contact avec Scott Turner après le 23 avril prochain, à l'issue de la 196ème Conférence plénière du Conseil exécutif de l'UNESCO qui débute aujourd'hui.
Je lui renouvellerai alors notre demande de RDV. Notre délégation sera composée de trois membres (Mexique, USA et France).
Je ne manquerai pas de vous tenir informé-e-s de l'évolution de notre action.
D'ici là, je sais que je peux compter sur vous pour continuer de nous soutenir et faire connaître notre initiative.
Amicalement.
Dominique F. Dionisi
Porte-parole de l'Appel international "Préservons les Murales de Diego Rivera à Detroit-USA"