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| Montagem: àbeiradourbanismo |
terça-feira, 26 de julho de 2016
terça-feira, 19 de julho de 2016
Pampulha dos povos
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Igreja de São Francisco de Assis.
Foto: Acácio Pinheiro/Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura
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(...) Encomendado pelo então prefeito de Belo Horizonte Juscelino Kubitschek ao arquiteto Oscar Niemeyer, o conjunto modernista também contou com Roberto Burle Marx, que assina o paisagismo, e Candido Portinari, autor do painel externo de azulejos da Igreja de São Francisco de Assis, que é um dos principais cartões-postais de Minas Gerais, lembra o ministério.
Também participaram do projeto original o engenheiro Joaquim Cardozo e os artistas Paulo Werneck, Alfredo Ceschiatti, August Zamoyski e José Pedrosa. Construído nos primeiros anos da década de 40, o conjunto antecipa conceitos arquitetônicos que viriam a ser aplicados anos mais tarde na construção de Brasília.
O valor dos edifícios é reconhecido por suas inovações. "O Conjunto Moderno da Pampulha é uma referência na arquitetura mundial pela utilização do concreto armado, que ainda não havia sido utilizado em construções semelhantes. Causou assim um impacto no mundo inteiro", acrescenta Leonardo Castriota, professor de arquitetura da UFMG e presidente do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios no Brasil (Icomos), órgão que assessora e dá pareceres à Unesco.
Compõem o Conjunto Moderno da Pampulha a paisagem que se forma com a integração entre a Lagoa da Pampulha e sua orla, os jardins de Burle Marx, a Igreja de São Francisco de Assis, o antigo Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), a Casa do Baile (atualmente Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte), o Iate Golfe Clube (atual Iate Tênis Clube) e a Praça Dalva Simão (antiga Santa Rosa). (..)
Leia a matéria completa clicando em
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Cidade da música: Sei lá, Mangueira
Sei lá, Mangueira
Paulo Cesar Baptista de FariaHerminio Bello de Carvalho
Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá
Em Mangueira a poesia
Feito um mar se alastrou
E a beleza do lugar
Pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê
É um pouco mais
Que os olhos não conseguem perceber
E as mãos não ousam tocar
E os pés recusam pisar
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei
Não sei se toda a beleza
De que lhes falo
Sai tão somente do meu coração
Em Mangueira a poesia
Num sobe e desce constante
Anda descalça ensinando
Um modo novo da gente viver
De sonhar, de pensar, de sofrer
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei não
A Mangueira é tão grande
Que nem cabe explicação
Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá
Em Mangueira a poesia
Feito um mar se alastrou
E a beleza do lugar
Pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê
É um pouco mais
Que os olhos não conseguem perceber
E as mãos não ousam tocar
E os pés recusam pisar
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei
Não sei se toda a beleza
De que lhes falo
Sai tão somente do meu coração
Em Mangueira a poesia
Num sobe e desce constante
Anda descalça ensinando
Um modo novo da gente viver
De pensar, de sonhar, de sofrer
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei não
A Mangueira é tão grande
Que nem cabe explicação
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei
Sei lá, não sei
terça-feira, 31 de maio de 2016
Commuting em Nova York
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| The daily evening rush of suburbanites and travelers for the Cortlandt Street Ferry, Pennsylvania Railroad, 1899. Image ID: 809471 Clique na imagem para ampliar |
By 1900, New York City was surrounded by more suburbs than anywhere in the world (Encyclopedia of NYC). Railroad companies and real estate developers encouraged increasing numbers of New Yorkers to move away from the city, boasting less noise and congestion, lower costs, quick and comfortable train rides, more light, fresh air, and healthfulness, and even more births than deaths.
Promoting the possibilities of an idealistic country lifestyle, many suburb guides and advertisements offered would-be commuters practical information for relocating such as details on new real estate developments, communities along train lines, and descriptions of towns and their amenities. Some of these early twentieth century train schedules quite interestingly reveal suburb-to-city travel times that are shorter or very similar to today. Perhaps there is not much hope for commuting times to improve over the next hundred years. (..)
sábado, 28 de maio de 2016
Expulsão branca
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| Harlem, N York |
We were wrong. The man we saw as “our mayor” may talk about housing affordability, but his vision is far from the rent control and public housing that President Franklin D. Roosevelt and Mayor Fiorello H. LaGuardia once supported, and that made New York affordable for generations. Instead, he has pushed for private development and identified unprotected, landmark-quality buildings as targets. He and the City Council have effectively swept aside contextual zoning limits, which curb development that might change the very essence of a neighborhood, in Harlem and Inwood, farther north. At best, his plan seems to be to develop at all speed and costs, optimistic that the tax revenues and good graces of the real estate barons allow for a few affordable apartments to be stuffed in later. (..)
terça-feira, 17 de maio de 2016
Capitalismo de rendas: um novo ciclo?
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O hotel Waldorf Astoria, em Nova York, foi comprado pelo grupo chinês Anbang Foto: Mark Lennihan/AP/The Guardian |
A huge surge in Chinese buying of both residential and commercial real estate last year took their five-year investment total to more than $110bn, according to the study from the Asia Society and Rosen Consulting Group.
2016-05-17
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Sassen on Jacobs
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| Jane Jacobs |
She would ask us to look at the consequences of these sub-economies for the city – for its people, its neighbourhoods, and the visual orders involved. She would ask us to consider all the other economies and spaces impacted by the massive gentrifications of the modern city – not least, the resultant displacements of modest households and profit-making, neighbourhood firms. (..)
terça-feira, 3 de maio de 2016
Se meu container falasse...
http://www.osul.com.br/ricos-e-pobres-disputam-cubiculos-em-nova-york/
A uma plateia que pagou mil dólares por cabeça para um baile republicano, Donald Trump falava sobre o prédio que abriga o evento, o primeiro que reformou em Manhattan, na cidade de Nova York (EUA), no ano de 1980: o hotel Grand Hyatt. Do lado de fora, a aposentada Elizabeth Cooper, 68 anos, aplaudiu um protesto contra o pré-candidato à Casa Branca, no qual o rosto de Trump aparece em cartazes em formato de fezes com a frase: “Está tudo uma merda mesmo”. Ela conta que sua filha de 34 anos não sai de casa porque “os aluguéis estão ridiculamente caros”.As duas racham 3,8 mil dólares (mais de 13 mil reais) por um estúdio a seis quadras da Trump Tower, onde o empresário mora em uma cobertura tríplex decorada em ouro e mármore. Uma canga divide o espaço entre mãe e filha, garantindo “alguma privacidade”. O drama não é só de Elizabeth. No último trimestre de 2015, o setor imobiliário em Manhattan estourou a champanhe. O preço médio de um apartamento na ilha beirou 2 milhões de dólares (7 milhões reais). E o drama não é só de Manhattan. “Boa parte do Brooklyn ficou ainda mais cara na última década. Bairros como Brooklyn Heights sofrem ‘hipergentrificação’, com bilionários expulsando os milionários”, diz Kennedy Gould, diretor do Programa de Sustentabilidade Urbana. (..)
2016-05-03
domingo, 10 de abril de 2016
Benza Deus
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1003687746386574&set=a.349403978481624&type=3
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Localização globalizada
Hot in the city
Valuations in globalised cities are rising much faster than in their hinterlands
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| Fonte: The Economist 02-04-2016 Clique na imagem para ampliar |
(..) In the conurbations in question, the number of households is rising fast as hordes of ambitious millennials pour in. Two in five of Zurich’s residents were born outside Switzerland; 44% are between the ages of 20 and 44. The boom towns also have tight labour markets and therefore relatively high income growth: the unemployment rate in San Francisco and Stockholm is around a percentage-point lower than the national averages. Some are havens for second homes and money seeking safety: foreigners snap up half of London’s princeliest dwellings, according to Savills, an estate agent. Finally, they provide a decent return: net yields in Vancouver were 11% in 2015, according to MSCI, a data provider, three percentage points above the average for Canadian housing. (..)
2016-04-04
quinta-feira, 31 de março de 2016
Déjà vu
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| Calcutá, março de 2016 |
terça-feira, 22 de março de 2016
Cidades ex-novo: Filadélfia 1682
Story of cities #7: Philadelphia grid marks birth of America's urban dream
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A Portraiture of the City of Philadelphia (1683), by Thomas Holme. Illustration: HCQC |
(..) Penn – a well-connected Englishman who made it his mission to create a refuge in America for Quakers and other persecuted religious groups from Europe – was prone to celebrating his colony as a free gift from God. In fact, Philadelphia’s construction depended on a cunningly negotiated deal with the English king.
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| Filadélfia 1777 |
Within a month, he published the first in a series of promotional tracts with the aim of generating investor interest in his plan to “settle a free, just and industrious colony”. His promised land guaranteed freedoms, rights and liberties – for white Europeans at least. The first cargo of enslaved Africans sold fast to his settlers on its arrival in 1684. (..)
Acesse o texto completo pelo link
https://www.theguardian.com/cities/2016/mar/22/story-of-cities-7-philadelphia-grid-pennsylvania-william-penn-america-urban-dream
terça-feira, 15 de março de 2016
Cidades ex novo: B Horizonte por Arrais 2009
Belo Horizonte, a La Plata brasileira: entre a política e o urbanismo moderno
O objetivo deste trabalho é analisar o processo de construção da cidade de Belo Horizonte através de uma comparação com as experiências de reformulação urbanística e de construção de cidades novas de meados do século XIX, em especial, La Plata, capital da província de Buenos Aires. Minha hipótese é que o trânsito de ideias acerca do processo de planejamento urbano, apesar de não reconhecido pelo projetista de Belo Horizonte, pode ser considerado também, como um trânsito de ideários políticos que se veem representados na malha urbana. Este trânsito não indica apenas uma transferência de modelos (urbanísticos, arquitetônicos, artísticos), mas uma tentativa de atualização das antigas elites políticas a uma modernidade formal.
Belo Horizonte insere-se nesta definição pelo fato de – ao contrário das sucessivas intervenções urbanas executadas em várias cidades, tanto na América quanto na Europa, como no caso de Paris, Barcelona e algumas cidades coloniais brasileiras – ter sua origem num ato criador ex-nihilo. A cidade sustenta ainda em seu plano o sonho de construção de uma cidade harmônica, cuja tradição remonta às utopias urbanas de Platão, Campanella, Morus. etc. (Freitag, 2001; Kohlsdorf, 1996) e consagram o ideal de controle da natureza e dos homens num só movimento.
Outra tradição remota tem suas raízes no projeto de cidade ortogonal. Com forma pré-estabelecida por normatizações da Leye das Índias, as cidades coloniais da América espanhola assumiam a forma do traçado quadriculado que tinha no centro a Plaza Mayor “cuja largura correspondesse pelo menos a dois terços do cumprimento (...). A praça servia de base para o traçado das ruas: as quatro principais sairiam do centro de cada face da praça. De cada ângulo sairiam mais duas, havendo um cuidado de que os quatro ângulos olhassem para os quatro ventos” (Holanda, 1995: 97). Resquício da tradição clássica romana de estabelecimento de cidades – através das linhas mestras (cardo e decumanus) que serviam como referência para o desenvolvimento futuro da rede urbana – as aglomerações criadas na América a partir do século XVII exerciam uma função muito mais que estética. Procuravam estruturar a vida social, econômica, militar e política da povoação através do estabelecimento de sua ordenação mental.
A transladação da ordem social a uma realidade física, no caso da fundação das cidades, implicava o desenho urbano prévio mediante as linguagens simbólicas da cultura sujeitas à concepção racional. Mas se exigia desta que, além de compor um desenho, previsse o futuro. De fato, o desenho devia ser orientado pelo resultado que se haveria de obter no futuro, conforme o texto real diz explicitamente. O futuro que ainda não existe que é apenas sonho da razão, é a perspectiva genética do projeto. (Rama, 1985: 27) (..)
20016-03-15
https://www.proec.ufg.br/up/694/o/06_belohorizonte.pdf
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Tange: Plano para Tóquio 1960, por ArchEyes
https://archeyes.com/plan-tokyo-1960-kenzo-tange/
A plan for Tokyo 1960 / Kenzo Tange
(..) The ideals of the Metabolist Manifesto were perhaps best exhibited and advocated by Kenzo Tange in his 1960 Plan for Tokyo. In 1958 the Tokyo Regional Plan was released, which proposed a series of satellite cities and general decentralization to solve Tokyo’s rapid population boom (rising from 3.5 million in 1945 to 10 million in 1960).
Tange argued that the movement that the automobile introduced into urban life had changed peoples’ perception of space and that this required a new spatial order for the city in the form of the megastructure, not merely a continuation of the radial zoning status quo. He proposed a linear megastructure based on a ‘fixed’ open network of highways and subways around which a ‘transient’ program would create as the population’s needs dictated. The scheme, featuring a linear series of interlocking loops expanding Tokyo across the bay, has often been regarded as initiating the decade-long megastructural movement. (..)
https://archeyes.com/plan-tokyo-1960-kenzo-tange/
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Grandes Projetos Urbanos: Euroméditerranée - Marselha, segundo Bertoncello e Malta 2003
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Euroméditerranée - Marselha Perímetro original e extensão em 2008 Clique na imagem para ampliar |
La démarche adoptée par Marseille est très différente de celle observée Barcelone: elle se cantonne au périmètre central de 313 hectares et ne s’inscrit pas véritablement dans une vision de requalification globale de la ville. Quant à la participation des habitants, l’absence de modalités préalablement définies en a longtemps limité l’expression à une simple diffusion d’informations. Six ans après le lancement de l’opération, l’ établissement public se dote des moyens d’implication et d’accompagnement de la population résidante du périmètre en créant notamment “la Maison Euroméditerranée”, bureau d’information sur les questions du logement et de l’emploi. Ainsi, si ele ne s’apparente pas vraiment à un programme d’actions concerté, la notion de “projet urbain” désigne davantage un objectif à atteindre, celui d’élever Marseille au rang de capitale Euroméditerranéenne. Plus q’un “projet de forme” ou q’un “projet de ville”, Euroméditerranée est déclinée avant tout en “projet de positionnement territorial”.
Un pôle économique méditerranéen
Ce type de grande opération urbaine s’appuie généralement sur la création d’équipements qualifiés appelés à fonctionner comme des signaux forts. Àce jour, l’ Euroméditerranée privilégie la création d’équipements dans le domaine de la connaissance et de la culture distribués sur deux pôles distincts. La bande urbano-portuaire de 25 kilomètres qui s’étend du Fort St Jean à Arène, accueillera une Cité de la Méditerranée actuellement en cours de définition. Pensée comme une vitrine urbaine où seront exposés les “trésors” d’une Méditerranée revisitée, d’une Euroméditerranée en construction, les différents équipements d’excellence qui la composent participeront directement au changement d’image escompté. Quant la Friche de la Belle de Mai où sont déjà implantées des activités artistiques (système friche théâtre), elle participe au renforcement de la vocation culturelle deMarseille en accueillant un “pôle patrimoine” et un hôtel réservé aux entreprises de la culture et de la communication.
Des infrastructures de transport repensées
Au delà de la revalorisation de toutes les composantes des secteurs transformés (logement, espaces publics...), cette opération de renouvellement urbain est dans tous les cas un grand chantier de consolidation et de développement des infrastructures de transport. Elle favorise amélioration de l’accessibilité nationale et internationale avec notamment les aménagements liés à la ligne TGV-Méditerranée, sans négliger pour autant la requalification/modernisation des infrastructures existantes et le développement du réseau de transport collectif. Ces interventions constituent un maillage fort, apte à mieux satisfaire les besoins en mobilité des usagers de la ville mais aussi à impulser un nouvel ordonnancement des quartiers traversés. (..)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Metrô fantasma
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Foto: Ram23
http://www.uer.ca/forum_showthread_archive.asp?threadid=78037
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But it was almost a different story. If just a few things had gone differently Cincinnati would today be a city of straphangers and bustling underground stations.
The Cincinnati subway stations are still there. But if you’re still waiting for a train to come, you’ve been waiting for almost a century. To this day Cincinnati remains home to the largest unused subway system in the world, with over two miles of empty tunnels. Engineers who inspected the tunnels recently deemed them in “very good condition.” (..)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
A reinvenção de Marselha
Dans le courant des années 90, Marseille tire la sonnette d’alarme. Le maire Robert Vigouroux, et Jean-Claude Gaudin, président de la région et qui prendra la municipalité en 1995, constatent le déclin de la cité phocéenne. En l’espace de vingt ans, Marseille a perdu 200 000 habitants et 50 000 emplois. La raison : la chute de son moteur économique, l’activité maritime et portuaire. Le projet Euroméditerranée naît pour contrecarrer cette tendance. L’objectif est double : diversifier les activités en créant un pôle tertiaire et faire revenir des habitants par la construction d’équipements structurels, écoles, transports, espaces publiques et culturels.
Le territoire de développement de ce projet est identifié. François Jalinot, directeur général d’Euroméditerranée, présente l’espace à aménager qui s’étend sur une surface de 310 hectares: (..)
En 2007, une extension du projet a été décrétée étandant le périmètre de 170 hectares. Pour autant, la première phase qui a nécessité 2,2 milliards d’investissements ne sera achevée que d’ici trois ou quatre ans. Alors pourquoi cette extension qui demande 4 milliards d’investissements supplémentaires, alors même que le centre-ville continue à se paupériser? (..)
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Roteiro para as metrópoles do século XXI?
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| Montagem: À beira do urbanismo Imagem original: Internet |
(..) El barrio más rico, Pedralbes, lo es todavía más que el año anterior. Tiene una renta de 251,7 sobre una media de 100. Y la renta en el barrio más pobre, Trinitat Vella, baja: de 38,5 a 34,7. Es decir, si hace un año la riqueza de los vecinos más ricos multiplicaba por 6,3 la de los más pobres, ahora la multiplica por 7,2.
(..) Los datos también muestran con crudeza cómo la brecha social [ha] dado un salto negativo durante la crisis. El año 2007 sólo había seis barrios muy pobres y cinco muy ricos. Siete años más tarde, los barrios muy pobres son 19 y los muy ricos, ocho.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Banho de sombra
https://www.curtoecurioso.com/2015/12/camboriu-sc-praia-sem-sol-dos-predios-mais-altos-do-brasil-.html
Balneário Camboriú-SC: a praia dos prédios mais altos do Brasil ficou sem SolFonte: https://www.curtoecurioso.com/2015/12/camboriu-sc-praia-sem-sol-dos-predios-mais-altos-do-brasil-.html
Fonte: https://www.curtoecurioso.com/2015/12/camboriu-sc-praia-sem-sol-dos-predios-mais-altos-do-brasil-.htmldomingo, 20 de dezembro de 2015
Belgrado Waterfront
(..)The model shows the entire 1.77 sq km district – a core of dense high-rise buildings, dominated by a glass tower that is twisted in the middle. Called the Kula Beograd, the tower has been designed by the Chicago office of skyscraper architecture titans SOM, and would overlook the River Sava and the new 1.8km Sava Promenade.
Also part of the masterplan is the Balkans’ largest shopping mall, a soap-bubble dome on disused railway land further away from the river. Its 140,000 sq m would make it almost as big as London’s Westfield Stratford. Surrounding the mall would be upwards of 6,000 flats. “We’re trying to focus on the affordable as well as the high-end segments,” Nedeljkovic says. “We’re trying to have a diverse mix of product.” The mix is not obvious in the model. There are offices, of course, and hotels, including a including a swanky W Hotel to open in 2019. Parkland and tree-lined boulevards are spread liberally. Belgrade’s 1884 railway station will become a museum.
(..)The movement Neda(vi)mo Beograd (a pun that loosely translates as “We won’t let Belgrade d(r)own”) organises street protests against Belgrade Waterfront. They carry yellow ducks and rally behind a gigantic oversized duck the size of a car.
Dobrica Veselinović, one of the movement’s activists, alleges that the agreement to build Belgrade Waterfront is contrary to Serbian law and procedures because he claims that the promenade construction works started without a building permit. He adds: “It does not take into account the needs of society or economic and urban reality in Belgrade.” The group argues that local people were not consulted, that the deal does not provide adequate affordable housing and that it was done in secret.
They also say that families in the area were summarily evicted with mere days’ warning, and their houses demolished. Radio Television of Vojvodina (RTV), a public broadcaster in neighbouring Vojvodina province, ran a report in April interviewing some of the families who said their houses were destroyed without permission. The apartments in which they were resettled were only for limited periods or to buy, according to Veselinović, and “no social service or legal assistance was offered to them”. (..)



















