— As ocupações virão aos poucos. A decisão de um empresário vir e ficar leva três anos, no mínimo. Parte da crítica que recebemos é quanto à escassez de serviços e restaurantes. Mas, com as empresas vindo, o setor de serviços vai acompanhar. O desafio, agora, é ocupar a região por 24 horas, com habitação. (..) (Destaque do blog)
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
E cadê o plano para a habitação?
— As ocupações virão aos poucos. A decisão de um empresário vir e ficar leva três anos, no mínimo. Parte da crítica que recebemos é quanto à escassez de serviços e restaurantes. Mas, com as empresas vindo, o setor de serviços vai acompanhar. O desafio, agora, é ocupar a região por 24 horas, com habitação. (..) (Destaque do blog)
domingo, 11 de novembro de 2018
Mirador de Sanchinarro
https://www.lavanguardia.com/local/madrid/20181110/452808379811/madrid-secreto-mirador-sanchinarro.html
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| Foto: Juan Sardá / La Vanguardia |
Recuerda un poco a la “unidad habitacional” de Le Corbusier en Marsella y su organización se guía por una suerte de idealismo arquitectónico parecido porque más que meros edificios ambos aspiran a convertirse en verdaderos hogares comunes para sus habitantes facilitando que hagan vida en común. De esta manera, ese famoso patio de la planta doce se convierte en lugar para los juegos de los niños y de reunión para los vecinos. Asimismo, los 23 mil metros cuadrados del Mirador están ordenados en 9 distribuciones diferentes que se corresponden con los distintos colores de la fachada a modo de “barrios”. (..)
2018-11-11
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Grandes Projetos Urbanos: Porto Maravilha, por Sarue
http://dx.doi.org/10.1590/001152582018168
(..) o Porto Maravilha apresenta um arranjo institucional e orçamentário complexo que passou por um longo período de formulação até se instituir a partir de instrumentos inovadores. O caso mostra que o projeto acontece apenas quando há um processo de encaixe institucional que inclui um modelo inovador de política urbana. A utilização da venda de solo virtual como principal instrumento de financiamento atrelada à criação de fundos de investimento imobiliário com aporte inicial de um banco público federal em contrapartida à cessão de terras da União, a criação de uma empresa mista para coordenação da política, a contratualização dos investimentos em uma PPP de obras e serviços e a duração de 15 anos estabelecem um modelo de política urbana que agrega interesses dos principais atores envolvidos, formando uma coalizão de apoio ao projeto.
O caso evidencia, portanto, a importância de analisar o desenho institucional do grande projeto urbano para compreender as condições de sua realização e seu impacto sobre a governança urbana, trazendo luz a variáveis institucionais e políticas, além das condições econômicas amplamente debatidas pela literatura. Com isso, destaca questões fundamentais para que estudos de grandes projetos urbanos abordem a realização de tais projetos, tais como o insulamento, a divisão de riscos e oportunidades e a responsabilidade de regulamentação e os impactos do arranjo sobre a governança urbana. A complexidade dos arranjos requer análises de atores e espaços decisórios que, aliadas aos contextos locais, permitam um entendimento sobre os múltiplos interesses em jogo e sobre o desenrolar da política.
A literatura sobre grandes projetos urbanos tem a ganhar com as contribuições oriundas dos estudos de governança urbana, em especial sobre novos arranjos institucionais. O debate sobre a divisão de tarefas entre mercado e Estado no marco desses modelos, bem como a composição múltipla de atores e de arenas decisórias e as análises sobre participação social nos projetos são pontos fundamentais que poderão se desdobrar em novas agendas de pesquisa, a fim de compreender os impactos dos diferentes arranjos nos resultados da política. Essas condições, ao contrário de isoladas dos marcos econômicos, oferecem ferramentas para compreender a forma como se organiza a disputa entre atores em torno da captura do processo de valorização da terra, que são imprescindíveis para o debate sobre o caráter redistributivo ou concentrador desses projetos como uma agenda de pesquisa futura à literatura especializada. (..)
terça-feira, 30 de outubro de 2018
Convenhamos
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Madri 1860: o planejado e o espontâneo
(..) En 1860, conforme con las reflexiones urbanísticas de la época, se decide adecuar la ciudad de Madrid a su población creciente, ensanchándola. Así se adopta el plan de ensanche del ingeniero Carlos María de Castro. Éste prevee la preparación de suelo edificable a cargo del municipio. No obstante, la violenta inflación de precios que provoca el proyecto y las estrictas normas de edificación conllevan un fuerte desajuste entre las características de las viviendas edificables en el ensanche y la solvencia de la demanda. En consecuencia, la edificación del ensanche es lenta y las viviendas populares se construyen fuera de él. Así aparecen las primeras parcelaciones de tierras rurales en el extrarradio, zona comprendida entre el límite exterior del ensanche y el límite del termino municipal de Madrid, el año que sigue a la adopción del plan Castro. A partir de 1860 y hasta mediados del siglo XX, Madrid crece en dos frentes, uno oficial y planificado, el ensanche y el otro, informal y espontáneo, el extrarradio. (..)”
Imagem: Internet, editado PJ
*Université d'Aix-Marseille I
terça-feira, 9 de outubro de 2018
American nightmare
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Imagem: |
Many have arrived on the streets just recently, victims of the same prosperity that has transformed cities across the US West Coast. As officials struggle to respond to this growing crisis, some say things are likely to get worse.
Vibrant Portland, Oregon's largest city, has long lured many. It is the City of Roses, of pleasant climate, rich culture and progressive thinking. It is also an innovation hub, part of what is called Silicon Forest, and new residents have moved here in these post-recession years attracted by its high-tech companies and their well-paid jobs.
But the bonanza, unsurprisingly, has not come to everyone.
Booming demand in an area with limited housing offers quickly drove the cost of living up, and those who were financially on the limit lost the ability they once had to afford a place.
Many were rescued by family and friends, or government programmes and non-profit groups. Others, however, ended up homeless. The lucky ones have found space in public shelters. Not a few are now in tents and vehicles on the streets.(..)
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Broadacre City, por Gray 2018
Reading Broadacre
Conceived at the height of the Great Depression, Wright never intended to build Broadacre City but rather used it as a vehicle to address pressing social, economic, and environmental issues, many of which have contemporary relevance. His vision invites us to reflect on questions of our own time, such as the role of government, social and economic equality, infrastructure and sustainability, and how to foster community.
The Broadacre City exhibition was sponsored by the National Alliance of Art and Industry, a Rockefeller-funded initiative that endeavored to educate the public about advances in American industry. Its centerpiece was a 12-foot by 12-foot model that represented 4-square miles of “typical countryside” accommodating 1,400 families. Within this radius, all elemental units of modern society were included: farms, factories, offices, schools, parks and recreational spaces, places of worship, a seat of government, and individual houses [Fig. 1 and Fig. 2]. The scale was local, as Wright emphasized: “…little farms, little homes for industry, little factories, little schools, and a little university.” Every citizen of Broadacre was a property owner—a minimum of one acre of land, or more according to need—and also owned at least one car, as transportation was primarily by automobile. Wright envisioned that the low-density community represented in the Broadacre model would be replicated across the United States, creating a network of small communities that would be connected together by highways and telecommunication systems, such as radio and telephone [Fig. 8].Acesse o texto completo pelo link
https://franklloydwright.org/reading-broadacre/
2018-10-05
domingo, 30 de setembro de 2018
Arquitetura madrilenha
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| Cine Barceló, Madri Foto Silvia Álvarez/El País |
CINE BARCELÓ
El cine era el espectáculo moderno de la época y sus templos ocuparon una parte importante en el trabajo del ya conocido miembro de la Generación del 25, Gutiérrez Soto. El Barceló es su cuarta sala dedicada al séptimo arte, y él mismo la consideró como una de las más logradas de la arquitectura racionalista madrileña. En sintonía con las obras de Mendelsohn, destacan las franjas horizontales de su fachada que recuerda la iconografía naval. Su terraza también se diseñó para exhibir películas al aire libre. Pero la actividad cinematográfica y su interior se transformaron, dando paso ahora a una discoteca que, tras varias denominaciones, ha retomado la original y ahora se hace llamar Teatro Barceló.
El Cine Europa, la desaparecida piscina La Isla o el antiguo aeropuerto de Madrid fueron algunos otros proyectos suyos.
Fecha: 1930 Arquitecto: Luis Gutiérrez Soto Dirección: calle Barceló, 11. Madrid
sábado, 29 de setembro de 2018
República de Barcelona
https://www.lavanguardia.com/local/barcelona/20180928/452063070352/barcelona-ratifica-que-el-30-de-nuevos-edificios-sean-vivienda-protegida.html
Barcelona ratifica que el 30% de nuevos edificios sean vivienda protegida
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| Imagem: www.airpano.com |
La medida consiste en modificar el Plan General Metropolitano (MPGM) para reservar a vivienda de protección oficial (VPO) el 30% de promociones residenciales de 600 metros cuadrados de nueva construcción o reforma: ahora se elevará a la subcomisión de Urbanismo de la Generalitat, y entraría en vigor cuando lo publique el Boletín Oficial de la Provincia de Barcelona (Bopb). (..)
2018-09-29
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Eficiência de mercado
https://elpais.com/economia/2018/09/18/actualidad/1537296380_348253.html
La recesión acabó con dos tercios de la vivienda nueva protegida de España
El año pasado se entregaron las llaves de 4.938 viviendas, la cifra más baja en 30 años
(..) “En los años del boom inmobiliario las viviendas libres eran una alternativa quizá más rentable que las protegidas. Los inversores privados abandonaron la construcción de este tipo de pisos y se fueron a la vivienda libre. A partir del año 2008 es cuando se produce una reducción dramática y la vivienda protegida prácticamente desaparece. En Euskadi hemos sido como el tuerto en el país de los ciegos, porque nuestra producción cayó, pero menos, sobre todo por la apuesta por el alquiler. Y tenemos una particularidad, que es que la vivienda protegida cuesta la mitad que la libre, cuando en otras ciudades ese diferencial es muy pequeño”, afirma Yoldi.
Ahora, pasados 10 años, las cifras no muestran mejoría. “La vivienda protegida no se está recuperando”, afirma tajante Yoldi. Y no repuntará, añade, hasta que las comunidades recuperen capacidad presupuestaria, muy mermada desde la aplicación de las restricciones del Pacto de Estabilidad. “Si no hay dinero, no hay política”, resume. Pone el ejemplo de la vivienda protegida de alquiler, quizá la más costosa de todas: “No la hace ningún promotor privado porque no es rentable. Así que la tenemos que construir las administraciones. Pero nuestro presupuesto de vivienda, al menos en el País Vasco, ha caído a la mitad”. (..)
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Arquitetura anti-sem-teto
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| Imagem: D.A. / El País |
(..) Eliminar los obstáculos de la arquitectura hostil, aunque sea necesario, no aporta una solución de fondo, como apunta Ramon Noron, responsable de incidencias de Fundació Arrels (Barcelona), dedicada específicamente a la atención de los sin hogar. “El mayor problema arquitectónico es que no hay vivienda”, sentencia el experto. “Los cajeros de los bancos o los aparcamientos no son para dormir. La gente no ‘molestaría’ en esos sitios si hubiera vivienda y alojamiento accesibles para todos, porque dormir en la calle no es normal”.
2018-09-17
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Tudo bem na crise que vem
Não obstante, Nouy assegurou que, graças ao Mecanismo Único de Resolução [que] está em marcha, os bancos estão "muito melhor preparados" para afrontar um 'schock' económico, uma vez que os mecanismos de gestão de crise são "mais fortes".
2018-09-14
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Seguro morreu de velho
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| Montagem: à beira do urbanismo Imagem original: Internet |
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Subutilização onerosa
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| Foto: El Observador 05-09-2018 |
La disposición, que se aprobó con los votos del Frente Amplio, comenzará a regir a partir del 1° de enero de 2019. El artículo de la norma presupuestal estableció que se entenderá como fincas deshabitadas, “aquellas que por el lapso de un año civil sus consumos de energía eléctrica y/o agua sean inferiores en un 90% al promedio histórico del consumo para dicha fecha”. El texto aclaró que el promedio histórico se tomará en base al consumo de los cinco años civiles anteriores de consumo para la finca. (..)
2018-09-06
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
De volta ao Porto Maravilha (2)
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O mapa de potencial construtivo adicional
por Subsetores é o que há de mais parecido com um plano urbanístico
em todo o saite do Porto Maravilha
Clique na imagem para ampliar
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A reportagem, com timing de press release e convenientemente focada em entrevistas com moradores dos bairros populares da Portuária, revela o evidente interesse dos editores em promover as virtudes da região para potenciais adquirentes de moradias subsidiadas. Não por acaso: no ato da assinatura do acordo de “retomada da parceria”, foi anunciada pelo prefeito Crivella a construção de 5 mil unidades do Minha Casa Minha Vida.
Aleluia! A moradia subsidiada deveria ter sido, desde o começo, o prato principal da reurbanização da Portuária. Aliás, com um mínimo de visão estratégica e senso de oportunidade, a própria bolha especulativa do ciclo olímpico, que empurrou a curva de preços dos imóveis da Zona Sul na direção do Centro [2], teria tornado viável a construção de residências de mercado na região - desde que existisse, para elas, um projeto de urbanização credível.[3]
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| Representação esquemática do efeito da demanda extraordinária por imóveis na Orla Oceânica durante o ciclo olímpico sobre os preços dos bairros do corredor Centro-Sul do Rio de Janeiro |
Falou mais alto, no entanto, a arrogância dos fazedores de milagres imobiliários, como o ex-prefeito Eduardo Paes, que “não determinou um percentual de títulos reservados à habitação para não desvalorizar os CEPACs”[4] - concebidos e lançados para o mercado de torres comerciais, na teoria um m2 substancialmente mais valioso.
De todo modo, não há que ter ilusões. Com Paes ou sem Paes, o Porto Maravilha não tem até hoje um plano urbanístico propriamente dito e seu comando ainda é essencialmente o mesmo que presidiu à transferência do controle do maior projeto urbano da cidade do Rio de Janeiro à burocracia da Caixa Econômica Federal.
Segundo a imprensa, a própria Caixa defende a reestruturação do projeto, a ser “negociada no próximo governo”[5]. Sendo assim, ninguém sabe hoje que papel terá, afinal, a moradia no empreendimento, se os gestores pretendem projetar um setor residencial digno desse nome ou mesmo em que parte da Portuária serão construídas as 5 mil unidades do MCMV.
Salvo uma mudança radical, o mais provável é que os subsidiados, que estão sendo chamados de urgência para salvar a PPP, venham a ocupar algum lugar do Porto que não atrapalhe a Maravilha.
2018-09-03
___
https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,caixa-economica-tenta-solucao-financeira-para-salvar-porto-maravilha,70002467473
[2] “Rio: maior alta de preços residenciais nos últimos 6 anos foi... no Centro da cidade!” À beira do urbanismo 18-08-2014, por Pedro Jorgensen Jr
[3] Na dúvida, veja a apresentação “PORTO MARAVILHA - Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp)”, com 63 lâminas.
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
O Metrô nosso de cada dia
http://www.ademi.org.br/article.php3?id_article=76149&recalcul=oui
Para não me deixar mentir, três anos depois da chegada do Metrô ao Jardim Oceânico [2] e quatro depois dos Jogos, o governador Pezão anuncia, com apoio do Legislativo estadual ainda insepulto, sua intenção de estendê-lo até o Terminal Alvorada, a vasta rotunda modernista onde hoje assoma a Catedral da Música do ex-prefeito César Maia.
Nenhuma surpresa. Este mesmo blog registrou, 18 meses atrás [3], que o prefeito Crivella e o governador Pezão urdiam um plano para estendê-lo até o Recreio dos Bandeirantes com recursos da venda de CEPACs. Na ocasião, sugeri que com a ajuda dos paulistas o Metrô do Rio poderia chegar a Paraty.
O resultado não é necessariamente melhor do que as sugestões que aparecem nos saites de outros urbano-transportistas, profissionais e amadores, mas seguramente não é pior do que as propostas com que os governantes costumam se insinuar aos que estão sempre em busca de oportunidades para valorizar seus capitais.
No fim das contas, a ideia agradou-me a ponto de achar que valeria a pena compartilhá-la. Aí vai ela - devedora, com certeza, de uma memória ainda em rascunho. Tendo em conta o enorme o risco de não conseguir lhe dar tão cedo uma forma satisfatória, decidi publicar por ora só o desenho e confiar na boa vontade do leitor.
Adianto, aqui, sete aspectos da proposta:
(1) Cobertura de todo o Centro Metropolitano Expandido (CME) a Oeste da Baía de Guanabara;
(2) Estrutura em rede radio-circunferencial abrangendo a totalidade do setor efetivamente ocupado; aproveita-se a especial disposição geográfica dos segmentos radiais urbanos Ipanema-Gávea e Tijuca-Méier para formar um arco externo de alta densidade, aqui chamado de Linha X; o fechamento do circuito da Linha 1 por meio da ligação Gávea-São Miguel sugere a hipótese de esquemas operacionais flexíveis.
(3) Construção prioritária da Linha Y para atendimento ao corredor central de negócios, residências, comércio e serviços Estácio-Castelo e a integração física com os transportes hidroviários da Baía de Guanaraba.
(4) Segmento noroeste da Linha X (S. Miguel-C Universitária) traçado de modo a propiciar o adensamento residencial e a habitação subsidiada próxima ao Centro, bem como a melhoria substancial da acessibilidade a grandes assentamentos de baixa renda como Borel/Formiga, Andaraí, Alemão e Maré/Nova Holanda.
(5) Traçado da Linha X ampliando deliberadamente a oferta de serviço na área do Méier/Cachambi para consolidá-lo como subcentro multifuncional no extremo oeste do CME, o que, junto com a ligação entre a Cidade Universitária / Aeroporto Internacional e a Zona Sul, nos dois extremos, contribui para o equilíbrio operacional do sistema.
(6) Extensão da Linha 4 até a Gamboa para tornar credível, e viável, a criação de um setor residencial de média/alta densidade na região da Portuária (Porto Maravilha)
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Ideia original e montagem: à beira do urbanismo Mapa base: Internet Clique na imagem para ampliar |
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Reestruturar o projeto ou criar um afinal?
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Grupo residencial Porto Vida, paralisado desde 2014
Foto: Antonio Scorza /
Agência O Globo
Fonte: Extra online
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As principais obras de infraestrutura do Porto Maravilha saíram do papel, mas a construção de um novo bairro carioca, com pontos turísticos, transporte por Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), edifícios comerciais de alto padrão, condomínios residenciais e shoppings, ainda está longe de se tornar realidade.
Como a recessão que afundou o mercado imobiliário, o desenvolvimento do novo bairro vai demorar mais que o previsto inicialmente, disseram agentes do setor. Lançamentos foram adiados e há investimentos malsucedidos, especialmente de empreendimentos anunciados nos anos de euforia com a economia do Rio de Janeiro - hoje afetado pela mais grave das crises fiscais estaduais.
Com o desenvolvimento mais lento, o Porto Maravilha tem hoje duas áreas distintas. Na metade mais distante do centro do Rio, limitada pela Avenida Francisco Bicalho, por onde passa o Canal do Mangue, ainda faltam obras de revitalização e há construções inacabadas, como o esqueleto do Porto Vida, projeto residencial cujas obras estão paradas. Ao lado, fica o edifício onde funcionaria um hotel Holliday Inn, que também não foi adiante.
Os dois empreendimentos são da Odebrecht Realizações, assim como o Porto Atlântico, considerado um "pepino", segundo uma fonte do mercado. O Estado apurou que a Odebrecht não conseguiu vender todos os andares do complexo de escritórios, lojas e hotel, instalado perto do Morro da Providência. O hotel, com as marcas Novotel e Ibis, está funcionando, parte dos escritórios está alugada, mas, na sexta-feira passada, o local parecia um edifício fantasma. A Odebrecht não quis comentar os investimentos. (..)
https://abeiradourbanismo.blogspot.com/2011/10/do-pl-da-vereadora-rabello-ao-quase.html
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Minibum gourmet
http://www.ademi.org.br/article.php3?id_article=76012&recalcul=oui
Especialistas apostam em 'miniboom' dos imóveis de alto padrão
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segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Bens públicos, negócios privados
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| Montagem: à beira do urbanismo Imagens originais: Internet |
Ganha quem devolver mais recursos da Cosip à prefeitura.
2018-08-20




















