https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/02/disney-lanca-condominios-residenciais-tematicos-nos-eua.shtml
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
Morada dos Dinossauros
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/02/disney-lanca-condominios-residenciais-tematicos-nos-eua.shtml
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
Linha Amarela, Galeão, BRT: caoscessões
https://oglobo.globo.com/rio/prefeitura-do-rio-vai-decretar-caducidade-do-brt-foi-tudo-abandonado-diz-paes-25394700
| Foto Domingos Peixoto/Agência O Globo |
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022
domingo, 13 de fevereiro de 2022
El capital en el siglo XXI: rentadicción
https://www.theguardian.com/world/2022/jan/27/large-investors-drive-up-house-prices-in-europes-cities-study-finds
The rate at which institutional investors, such as private equity and pension funds, are buying up housing is accelerating in major European cities, driving up house prices, research suggests.
The volume of purchases in Europe hit €64bn (£53bn) in 2020, with about €150bn worth of housing stock conservatively estimated to be in the hands of such large investors.Fonte: (*) |
European central bank data shows that real estate funds in the Eurozone reached €1tn in 2021, the size of Spain’s GDP, from about €350bn in 2010. Within that, residential assets are said to be an increasingly important part. (..)
The private equity company Blackstone, the world’s largest institutional landlord, manages about $730bn in funds globally, of which $230bn was allocated to real estate in September 2021. Blackstone, which posted record profits in October 2021, owns 65,000 residential units across five European countries. (..)”
According to Preqin data, more than 4,000 institutional investors, directed about $3.6tn of their $136tn assets to European real estate in August 2021. Of these, 1,325 investors held residential assets in their portfolios. The value of real estate portfolios that include housing was said to be about $2tn.
https://www.dw.com/en/house-prices-wall-of-money-hits-european-real-estate/a-57765308
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Alavancagem socialista
https://oglobo.globo.com/economia/investimentos/cidades-chinesas-vendem-terras-para-si-mesmas-na-crise-do-mercado-imobiliario-25368234
Cidades chinesas vendem terras para si mesmas na crise do mercado imobiliário
Cascata (1961), por M.C. Escher
Embora isso possa ajudar a deter a queda na venda de terrenos e a fornecer uma receita necessária aos governos locais, as compras ameaçam exacerbar os riscos para estes veículos de financiamento.
"Comprar terras vai geralmente levar estes veículos de financiamento a acumular empréstimos e aumentar a alavancagem", afirmou Yuqing Fu, gerente de portfólio do fundo de títulos de renda estável HSBC Jintrust. (..)
2022-02-09
sábado, 5 de fevereiro de 2022
"A pretty shitty job"
https://www.jacobinmag.com/2019/03/gentrification-is-a-feature-not-a-bug-of-capitalist-urban-planning
Gentrification Is a Feature, Not a Bug, of Capitalist Urban Planning
A view of the Hudson Yards development zone is seen from the street on August 31, 2018 in New York City. Stephanie Keith / Getty / Jacobin |
terça-feira, 1 de fevereiro de 2022
Apontamentos: Rolnik 2022 e a urbe desigual
https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/364829/em-sao-paulo-todas-caracteristicas-da-cidade-sao-f.htm
| Imagem e texto: CBN Estudio Montagem: À beira do urbamnismo |
"La cuidad moderna (..) es distinta de cualquier tipo de ciudad anterior. Lo es porque es el espacio de concentración de los factores de producción, sobre todo del capital y la mano de obra y, por tanto, es el espacio de la reproducción de la fuerza de trabajo, por lo que favorece el incremento de productividad del trabajo y la rentabilidad del capital. Pero lo es también porque ha concentrado en ella los factores de producción sobre la base de un nuevo sistema económico basado en el capital. Y en ese sentido, la ciudad es también un producto en sí misma, una sumatoria de mercancías inmobiliarias que añaden valor a la propiedad. Si la propia construcción de ciudad se convierte en negocio, en motor de desarrollo económico a través de la multiplicación del capital, es obvio que se ha tendido progresivamente a ampliar el campo de la producción inmobiliaria, del territorio de generación de plusvalía por su proximidad a los factores de producción. (..) [1]
Na cidade capitalista,“centro” e “periferia” são categorias inter-relacionadas, inerentes à economia do espaço, que contêm em si
mesmas o fenômeno da segregação sócio-espacial, tanto mais intenso e perverso quanto mais desigual
é a sociedade nacional e - agora sim - politicamente desarticulada a cidadania
em geral e a classe trabalhadora em particular.
Cabe perguntar, então, se e como a
sociedade teria modificado a relação essencialmente assimétrica, mais exatamente subordinada, que se estabelece, na cidade capitalista, entre urbanização de mercado e políticas públicas, assim descrita por Benevolo no já longínquo ano de 1963:
O urbanismo moderno não nasceu junto com o processo técnico e econômico que gerou e modelou a cidade industrial. Veio mais tarde, quando se evidenciou que os efeitos quantitativos dessas transformações se tornaram conflitantes a ponto de tornar inevitável a necessidade de remediá-los. De modo geral, a técnica urbanística aparece com atraso relativamente aos acontecimentos que tem por missão controlar e guarda um caráter curativo. [2]
"O Finger Plan partiu da premissa de que a expansão do parque comercial e habitacional era inevitável e impossível de deter". [4]
El conocimiento e identificación de la fase de desarrollo en que se encuentra cada sector de una ciudad es igualmente importante para los organismos de planeación de esa ciudad para saber en qué momento conviene adoptar una determinada política para estimular un proceso de rehabilitación, de renovación o de desarrollo de un sector. (..) Cuando la planeación urbana va en contra de las necesidades sociales y las leyes del mercado, genera un mayor caos urbano. La planeación debe ir delante de la demanda encauzando las necesidades. [5] [Itálico meu]
“(..) Afastada do núcleo urbanizado, a avenida Paulista contava com rede de água e esgoto, iluminação e piso macadamizado com pedregulhos brancos antes de ser ocupada. Em 1894, Joaquim Eugênio de Lima, incorporador da Paulista, conseguiu aprovar uma lei na Câmara Municipal exclusivamente para a avenida, obrigando as futuras construções a obedecer a um afastamento de dez metros em relação à rua, bem como dois metros de cada lado, a serem ocupados por, de acordo com a lei, “jardins e arvoredos”. Dessa forma, por meio de leis que definem um modo de construir que corresponde clara e exclusivamente a um segmento social, garantiu-se ao longo da história da cidade que os espaços com melhor qualidade urbanística fossem destinados a esses grupos, apesar da imensa pressão representada permanentemente pelo crescimento populacional das massas imigrantes. Nesse episódio se esboça o fundamento de uma geografia social da cidade, da qual até hoje não se conseguiu escapar. (..)” [6] [destaque meu]
“A terra é de quem paga mais - os ricos escolhem as localizações que lhes agradam, as classes médias ficam o mais perto deles que conseguem e assim por diante na escala da riqueza, restando aos trabalhadores pobres as áreas fabris, ferroviárias, portuárias etc., ou a periferia distante.” [7]
_____
https://oxford.universitypressscholarship.com/view/10.1093/oso/9780198843719.001.0001/oso-9780198843719-chapter-12
[5] BORRERO Oscar, “Formación de los precios del suelo urbano”. Lincoln Institute of Land Policy, EAD, 2005.
https://drive.google.com/file/d/12719bJhO6ztK8uQ2cj6MhJzEwVuiH6Vv/view?usp=sharing
https://docs.google.com/document/d/1DpC1cKyp8bHu_MAyegpfnGOYmlcZoYR18urRW1w_BUQ/edit?usp=sharing
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
Outorga onerosa, para que te quero
https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/o-que-incomoda-construtoras-do-rio-no-plano-diretor-proposto-por-paes.html
| Clique na imagem para ampliar Imagem e texto: O Globo |
Observação #2. A ADEMI Rio é o suprassumo da cupidez empresarial no Brasil. Transição de 10 anos a essa altura do campeonato é o mesmo que Dia de São Nunca.
Observação #3. A outorga onerosa "vai desacelerar lançamentos na cidade" é a ameaça-padrão. Dentro de certos limites e proporcional ao preço de venda do m2 privativo, a outorga onerosa de potencial construtivo apenas recupera, para fins de financiamento urbano, parte da renda de localização de que o incorporador se apropria como sobrelucro do empreendimento.
Observação #4. A outorga onerosa de potencial construtivo deve ser vista como modalidade da obrigação de urbanizar. Da mesma forma como o loteador (negociante de lotes) tem a obrigação de custear a urbanização da gleba e ceder terrenos para equipamentos públicos, o incorporador (negociante de frações ideais) tem a obrigação de custear serviços públicos e equipamentos compatíveis com o adensamento urbano (circulação e transportes, por exemplo) ou compensatórios da distribuição desigual dos benefícios da urbanização.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
TCM-SP breca xepa de CEPACs!
| clique na imagem para ampliar Imagem e texto: O Estado de S Paulo |
Observação #1. “Cepacs são títulos que permitem às construtoras erguerem prédios acima dos limites estabelecidos por lei em cada bairro” é uma definição recorrente, mas totalmente equivocada. Os Cepacs não permitem construir “acima dos limites estabelecidos por lei”, mas acima dos coeficientes básicos de aproveitamento dos terrenos, até os limites máximos permitidos pela lei.
Observação #2. Ofertar hoje a R$ 1.450,00 Cepacs que foram vendidos 10 anos atrás por R$ 1.282,00 é no mínimo estranho, para não dizer altamente suspeito. Uma rápida pesquisa de preços imobiliários na área urbana dessa OUC revela uma ordem de grandeza de R$ 10.000,00 / m2 privativo. Se estimarmos o componente terra em 40-45% nessa faixa de preço, temos R$ 4.250,00/m2, 50% do qual, proporção adequada para Cepacs, atinge um valor de R$ 2.150,00, quase igual aos R$ 2.175,00 exigidos pelo Tribunal de Contas do Município. Ponto para o TCM!
Observaçao #3. “Os leilões também atraem investidores, que depois podem vender os Cepacs no mercado secundário, em Bolsa” é uma verdade, cuja relevância costuma ser, no entanto, bastante exagerada. Os CEPACs circulam muito menos do que se imagina no mercado financeiro. Cito a mim mesmo:
“O fato de os CEPACs poderem ser transacionados na bolsa de valores lhes confere certa flexibilidade como ativos, mas não os transforma em ações, ou títulos de dívida pública de longo prazo, que podem valorizar-se e circular indefinidamente no mercado financeiro; não modifica a sua natureza essencial de certificados de direito sobre a renda da terra a ser extraída de empreendimentos imobiliários apenas possíveis no espaço e no tempo da Operação Urbana Consorciada que os emitiu para financiar-se. Nem o ímpeto da economia em geral nem a saúde de tal ou qual empresa: o preço dos CEPACs no mercado de títulos reflete, pura e simplesmente, a expectativa de valorização dos produtos imobiliários que poderão ser construídos no perímetro da OUC. Em outras palavras, o CEPAC é servo da terra, condenado a transformar-se em empreendimento imobiliário nos termos e prazos estipulados pela OUC. Além deles, perde todo o seu valor.” [*]
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
Haja apetite!
https://diariodorio.com/predio-do-ministerio-da-fazenda-no-centro-do-rio-pode-virar-complexo-gastronomico/amp/
domingo, 16 de janeiro de 2022
Competição impossível: famílias vs. empresas
https://jacobinmag.com/2022/01/canada-housing-market-real-estate
| Clique na imagem para ampliar Fonte: https://www.cbc.ca/news/canada/toronto/investors-in-ontario-real-estate-market-1.6258199 |
2022-01-16
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
UK Railways: quem vai pagar a conta?
https://www.theguardian.com/commentisfree/2022/jan/10/uk-railways-nationalise
“Transmilenio: quem vai pagar a conta?”, À beira do urbanismo 08-01-2022
https://abeiradourbanismo.blogspot.com/2022/01/transmilenio-quem-vai-pagar-conta.html
2022-01-12
sábado, 8 de janeiro de 2022
Transmilenio: quem vai pagar a conta?
https://oglobo.globo.com/mundo/exemplo-internacional-sistema-de-transporte-de-bogota-baseado-em-brt-enfrenta-crise-25339198
Exemplo internacional, sistema de
transporte de Bogotá baseado em BRT enfrenta crise
https://unhabitat.org/economic-role-of-cities
[2] “Um ano bom para os superricos: fortuna do clube de Musk cresceu US$ 1 tri em 2021”, Valor Empresas 01-01-2022, por Devon Pendleton e Jack Witzig, Bloomberg
https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/01/01/um-ano-bom-para-os-superricos-fortuna-do-clube-de-musk-cresceu-us-1-tri-em-2021.ghtml
[3] “Voo de Branson abre corrida de bilionários no turismo espacial”. Nexo 11-07-2021, por Redação.
https://www.nexojornal.com.br/extra/2021/07/11/Voo-de-Branson-abre-corrida-de-bilion%C3%A1rios-no-turismo-espacial
terça-feira, 4 de janeiro de 2022
Pedra cantada
https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/demanda-por-compra-de-imoveis-no-interior-esfria-mas-precos-seguem-em-alta/
Demanda por compra de imóveis no interior esfria, mas preços seguem em alta
(..) Ano passado muito se discutiu o fenômeno do êxodo urbano, com famílias procurando casas no interior para terem mais espaço e qualidade de vida. Porém, é unanimidade entre os especialistas que esse processo foi pontual.
Imagem: Internet
Segundo Alberto Ajzental, coordenador do curso em Desenvolvimento de Negócios Imobiliário da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a demanda é sinal claro disso. “É um fenômeno que acontece com uma fatia pequena da população, entre outros pontos porque é caro e também porque não são todas as profissões que permitem o trabalho remoto”, avalia.
“Nunca foi um processo universal. Além disso, muita gente comprou terreno e ainda não construiu porque está na dúvida do que faz agora: vai conseguir passar mais tempo na casa? será apenas para veraneio? vale o investimento? Fica fácil ir e voltar? Quanto mais longe de São Paulo, mais difícil adotar o trabalho híbrido e mais provável reverter a decisão e voltar para a cidade com centro urbano, deixando o imóvel no interior para feriados e fim de ano”, diz o professor. (..)
______
Sobre o tema, leia neste blog
[1] “Revoada seletiva”, À beira do urbanismo 01-05-2021 https://abeiradourbanismo.blogspot.com/2021/03/interiorizacao-metropolitana.html
[2] “Interiorização metropolitana”, À beira do urbanismo 12-05-2021
https://abeiradourbanismo.blogspot.com/2021/02/revoada-seletiva.html
[3] “15 minutos de prudência”, À beira do urbanismo 18-05-2021.
https://abeiradourbanismo.blogspot.com/2021/05/15-minutos-de-circunspeccao.html
[4] “Interiorização à francesa”, À beira do urbanismo 19-06-2021 https://abeiradourbanismo.blogspot.com/2021/06/interiorizacao-metropolitana-francesa.html
2022-01-04
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
Metapirâmide financeira
https://brasil.estadao.com.br/blogs/macaco-eletrico/por-que-alguem-pagaria-r-134-milhoes-por-um-terreno-que-so-existe-na-internet/
Por que alguém pagaria R$14,3 milhões por um terreno que só existe na Internet?
Para mim, trata-se de um entretenimento tão extravagante quanto os passeios espaciais dos multibiliardários. Um jogo de azar em que o apostador parte do princípio de que sempre haverá outro apostador que lhe cubra a parada. O que me mais me chama a atenção, embora não supreenda, é o destaque que lhe dão os cadernos de negócios especializados em... imóveis!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
Decô soviético
![]() |
| Fábrica de tecidos Bandeira Vermelha ("Krasnoe Znamya"), Rua Pionerskaya, S Petersburgo, Rússia - 1925-1926, Erich Mendelsohn (1887-1953) e Iakov Tchernikhov (1889-1951). |
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
A guerra pelos lugares centrais
https://elpais.com/economia/2021-12-06/los-ricos-desalojan-a-los-pobres.html
| Puente de Vallecas, Madrid Imagem: Google Earth. Texto: El País. |
domingo, 19 de dezembro de 2021
Bens públicos, negócios privados: a guerra das concessões
![]() |
| Montagem: À beira do urbanismo Imagens originais: Internet |
quarta-feira, 15 de dezembro de 2021
Debate necessário
https://www.sinpermiso.info/textos/financiarizacion-o-rentabilidad
¿Financiarización o rentabilidad?
La financiarización, como el neoliberalismo, es la palabra de moda entre los economistas heterodoxos y de izquierdas. Domina las conferencias académicas de izquierda y círcula como el tema que supuestamente explica las crisis, así como una de las causas del aumento de la desigualdad en las economías capitalistas modernas, sobre todo en los últimos 40 años. La última manifestación de esta hipótesis de la financiarización es de Gracie Blakeley, una economista de izquierda británica, que parece ser una estrella emergente en el Reino Unido. En un artículo reciente, presenta todos los argumentos de la escuela de la financiarización.
Pero, ¿qué significa el término 'financiarización' y que valor añade a nuestra comprensión de las contradicciones del capitalismo moderno? y ¿nos orienta políticamente para cambiar las cosas? No lo creo. Esto se debe a que o bien el término se utiliza tan ampliamente que proporciona muy poca información adicional; o se concreta de manera tal que es tanto teórica como empíricamente equivocado. (..)
Acesse o texto completo pelo link
https://www.sinpermiso.info/textos/financiarizacion-o-rentabilidad
sábado, 11 de dezembro de 2021
Trabalhadorado brazileiro
![]() |
| Estação Braz, São Paulo 01-12-2021 Fonte: Olhares de Sampa https://www.instagram.com/olharesdesampa/?hl=pt-br |
2021-12-11


