sexta-feira, 1 de março de 2013

Bombeiro, dinheiro e... pipeiro!


Segunda-feira 25 de fevereiro, início de tarde de calor intenso na Rua Gavião Peixoto quase esquina com Mariz e Barros, Niterói. Um velho caminhão-pipa está aboletado na faixa exclusiva dos ônibus abastecendo uma lavanderia.

Não atrapalha ninguém. A rua está quase vazia. Mas a cena me parece insólita. A revolução dos transportes de Niterói potencialmente derrotada pela contra-revolução da falta d’água.

Vendo-me de máquina fotográfica em punho, o pipeiro se apressa em dizer que está autorizado a parar em qualquer lugar da cidade.

Eu não  duvido. Falta d’água crônica é questão de segurança nacional.

Notifique-se, pois, a população que a pipa d’água passou a ter, no trânsito de Niterói, status similar ao dos caminhões do corpo de bombeiros e dos carros-fortes de transporte de valores. E que ela veio para ficar.




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