GauchaZH 28-02-2018,
por Dagmara Spautz
Início das obras ainda depende de licenças ambientais e da captação de recursos para financiar o investimento. (..) Nos últimos meses, o prefeito buscou apoio junto ao governo do Estado e levou o projeto ao presidente Michel Temer (PMDB). A mais recente aproximação foi com o BNDES, que é uma das opções de financiamento. A prefeitura pretende quitar o possível empréstimo com a arrecadação vinda da outorga de espaços públicos na Praia Central, como quiosques. (..) Se tudo correr bem, a expectativa é positiva: corretores estimam que os imóveis da cidade tenham uma valorização de até 15% com o alargamento da faixa de areia.
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Salvador? Recife? Fortaleza? Belém?
Não. Balneário Camboriú, município da região catarinense do Vale do Itajaí com população de 135 mil (!) habitantes em 2017, 47o. PIB municipal do país em 2014 e 145o. em rendimento médio per capita em 2010; recém-afamado como lugar dos edifícios mais altos e do m2 mais caro do país.
Precisa ir a Brasília esmolar 100 milhões para alargar a praia arruinada pela sombra dos arranha-céus? A serem pagos com aluguel de quiosques?Para que serve a Outorga Onerosa do Direito de Construir vigente na cidade? Ou considerando, como admitem os cobiçosos corretores, que “os imóveis da cidade tenham uma valorização de até 15% com o alargamento da faixa de areia”, porque não financiá-lo com o tradicionalíssimo instituto da Contribuição de Melhoria?
2018-02-28


